Postado por Patty às 17h38
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MOMENTO MÚSICA NA TOCA!!!!!

Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou...

Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor

Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor

Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador

Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor


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Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara

Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Cazuza
type=text/javascript> Cazuza

Postado por Patty às 17h32
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Eu sei, tudo pode acontecer
Eu sei, nosso amor não vai morrer
Vou pedir ao céu, você aqui comigo
Vou jogar no mar, flores pra te encontrar
Não sei porque você disse adeus

Guardei, o beijo que você me deu
Vou pedir aos céus, você aqui comigo
Vou jogar no mar, flores pra te encontrar

You say good bye, and I say hello
You say good bye and I say hello
Ohohoh
Yeah yeah

Não sei porque você disse adeus
guardei o beijo que você me deu
vou pedir ao céu você aqui comigo
vou jogar no mar flores pra te encontrar

you say good bye and I say hello
you say good bye and I say hello
ohohoh...

 

 

Nanana nanaranah

Eta vidinha da boa, ela me chama
Tira uma onda comigo, me leva na boa
Cama de gata, parece dona
Eta vidinha sacana, ela é à toa

Nanana nanaranah

Ela se amarra, ela viaja na dela
Olha menina danada, não me dá bola
Anda comigo, parece que vai rolar
Vira essa lua lá fora, que ela vai embora

Lua cheia fica doida
Lua cheia vamos namorar
Lua nova vida boa
Lua nova ela quer casar

Nanana nanaranah

Ela diz que me ama, mas não pode ficar
Meus amigos me dizem, ela é estranha
Ela desaparece, e diz que não vai voltar
Vira essa lua lá fora, ela me devora

Lua cheia fica doida
Lua cheia vamos namorar
Lua nova vida boa
Lua nova ela quer casar

Lua cheia fica doida
Lua cheia vamos namorar
Lua nova vida boa
Lua nova ela quer casar

Nanana nanaranah

Eta vidinha da boa, ela me chama
Tira uma onda comigo, me leva na boa
Cama de gata, parece dona
Eta vidinha sacana, ela é à toa

Lua cheia fica doida
Lua cheia vamos namorar
Lua nova vida boa
Lua nova ela quer casar

Lua cheia fica doida
Lua cheia vamos namorar
Lua nova vida boa
Lua nova ela quer casar

Nanana nanaranah

Eta vidinha sacana


type=text/javascript> letras acima Papas da Língua
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 Papas da Língua

Postado por Patty às 17h28
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Não importa se só tocam
o primeiro acorde da canção
a gente escreve o resto
em linhas tortas
nas portas da percepção
em paredes de banheiro
nas folhas que o outono leva ao chão
em livros de história
seremos a memória dos dias que virão
(se é que eles virão)
não importam se só tocam
o primeiro verso da canção
a gente escreve o resto
sem muita pressa
com muita precisão
nos interessa o que não foi impresso
mas continua sendo escrito à mão
escrito à luz de velas
quase na escuridão
longe da multidão
não importa se só ouvem
a primeira nota da canção
a gente escreve o resto
e o resto é resto
é falsificação
é sangue falso, bang-bang italiano
suíngue falso, turista americano
livres dessa estória
a nossa trajetória não precisa explicação
(e não tem explicação)
somos um exército
(o exército de um homem só)
no difícil exercício de viver em paz
somos um exército
(o exército de um homem só)
sem fronteiras,
sem bandeiras para defender
não interessa o diário da corte
não interessa o que diz o rei
(se no jogo não há juiz
não há jogada fora da lei)
não interessa o que diz o ditado
não interessa o que o estado diz
nós falamos outra língua
moramos em outro país
somos kamikazes
incapazes de ir à luta
somos quase livres
isso é pior do que a prisão
somos um exército
(o exército de um homem só)
um bando de vampiros
que odeiam sangue
sem fronteiras
sem bandeiras para defender
somos um exército
(o exército de um homem só)
nesse exército
(o exército de um homem só)
todos sabem que tanto faz
ser culpado ou ser capaz
... tanto faz ..


 

Há tantos quadros na parede
há tantas formas de se ver o mesmo quadro
há tanta gente pelas ruas
há tantas ruas e nenhuma é igual a outra
(ninguém = ninguém)
me espanta que tanta gente sinta
(se é que sente) a mesma indiferença

há tantos quadros na parede
há tantas formas de se ver o mesmo quadro
há palavras que nunca são ditas
há muitas vozes repetindo a mesma frase:
(ninguém = ninguém)
me espanta que tanta gente minta
(descaradamente) a mesma mentira

todos iguais, todos iguais
mais uns mais iguais que os outros

há pouca água e muita sede
uma represa, um apartheid
(a vida seca, os olhos úmidos)
entre duas pessoas
entre quatro paredes
tudo fica claro
ninguém fica indiferente
(ninguém = ninguém)
me assusta que justamente agora
todo mundo (tanta gente) tenha ido embora

todos iguais, todos iguais
mais uns mais iguais que os outros

Engenheiros do Hawaii
type=text/javascript> Engenheiros do Hawaii

Postado por Patty às 17h23
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